Autora: Gayle Forman
Editora: Novo Conceito
Páginas: 224
Classificação: ♥ ♥ ♥ ♥ ♥
Sinopse: Depois do acidente, ela ainda consegue ouvir a música. Ela vê o seu corpo sendo tirado dos destroços do carro de seus pais – mas não sente nada. Tudo o que ela pode fazer é assistir ao esforço dos médicos para salvar sua vida, enquanto seus amigos e parentes aguardam na sala de espera... e o seu amor luta para ficar perto dela. Pelas próximas 24 horas, Mia precisa compreender o que aconteceu antes do acidente – e também o que aconteceu depois. Ela sabe que precisa fazer a escolha mais difícil de todas.
''Não sei ao certo o que aconteceu comigo, e pela primeira vez no dia, não me importo nem um pouco. Não deveria me importar. Não deveria ter tentado tanto. Percebo agora que morrer é fácil. Viver é que é difícil.''
A Trama: Em uma manhã de muita neve, Mia e a família
resolvem dar um passeio de carro, quando do nada surge um caminhão e bate de
frente com o veículo. Gerando um enorme e grave acidente.
Toda a família fica ferida de alguma
forma e a história começa de verdade quando o ''espírito'' de Mia sai de seu
corpo e vai de encontro aos acontecimentos. A família é levada para o hospital,
onde a cada nova ''surpresa'', nossa protagonista traz a tona suas memórias
como o nascimento do irmão, o início de sua paixão pela música clássica, seus
momentos com seu namorado Adam, as incertezas de seu futuro.
''Ás vezes você faz escolhas na vida e as vezes as escolhas fazem você. Isso faz sentido? ''
Minha Opinião: O livro não é de todo ruim, mas não é algo
que realmente me cativou. Acho que cheguei ao final por ele ter um grande
significado pra mim, graças a pessoa que me deu. E também, pelo fato de que
muitos acontecimentos do passado de Mia foram de encontro com algumas coisas
que aconteciam na minha vida.
Curiosidades: O livro já foi publicado no Brasil, em 2009, pela Editora Rocco. O diferencial da nova edição, lançada pela Novo Conceito, é um trecho do segundo livro e entrevistas – realizadas pela autora Gayle Forman – com os atores que interpretam Mia e Adam nos cinemas.
''Papai sorri ao ouvir o barulho de Teddy, e vendo isso, eu sinto uma familiar dor. Eu sei que é bobo, mas sempre me perguntei se papai está desapontado por eu não me tornar uma roqueira. Eu queria. Então, na terceira série, eu me deparei com o violoncelo na aula de música – ele parecia quase humano para mim. Parecia que se você o tocasse, ele te contaria segredos, então eu comecei a tocar. Faz quase 10 anos agora e eu nunca parei. ''



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